terça-feira, 8 de outubro de 2019
Bacurau é aqui...
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sábado, 19 de agosto de 2017
Mais informações sobre "Carry Fire", o novo disco de Robert Plant
"Bluebirds Over the Mountain" com Ritchie Valens
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
Hum... mais um filme sobre o Rei Arthur... vou querer ver... e muito
Hoje, foi divulgado o terceiro trailer de um filme que já tinha despertado minha curiosidade há algum tempo, por diversas razões, elenco, sinopse... e, claro... por falar mais uma vez da história do Rei Arthur...
Trata-se de "Rei Arthur: A Lenda da Espada", dirigido por Guy Ritchie e com Eric Bana, Charlie Hunnam, Idris Elba, Jude Law e Astrid Bergès-Frisbey, entre outros que incluem até uma ponta do jogador de futebol David Beckham.
Bom... abro o trailer e quase caio para trás quando descubro que a música que rola durante o trailer não é nada mais, nada menos do que "Babe, I'm Gonna Leave You", interpretada pelo Led Zeppelin.
De aguardado ansiosamente, este filme agora, para mim, ganha o status de obrigatório.
Assista ao trailer aí, povo... será que falta muito ainda para o dia 11 de Maio?
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sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Na volta do Pipocando Online - minhas 10 músicas favoritas
Naturalmente estou me dedicando mais ao site Revista Eletricidade, mas não é por isso que preciso ficar escrevendo só lá, aqui, posso escrever de uma forma mais relax e a ideia que eu tive é trazer para cá tudo o que não couber lá e também usar o Pipocando Online para mostrar os bastidores das coberturas que eu fizer por lá.
E para re-iniciar as coisas por aqui, aí vai uma playlist com as minhas músicas favoritas. Um presente que dedico a todas as pessoas que já passaram pela minha vida, que estiveram, estarão ou estão aqui neste momento.
Como vocês já devem estar imaginando, esta lista tem muito Stones e Led... e mais uma ou duas vagas para todas as outras bandas... desculpem, sei que não deveria ser assim, mas meu coração é quase totalmente preenchido pelas minhas duas obsessões musicais e sobra mesmo muito pouco que não esteja tomado por elas.
Talvez a culpa seja a da facilidade que a internet, essa maquininha de fazer loucos, nos proporcionou, deixando tudo a distância de alguns clicks, talvez seja o pouco tempo livre que sobra, entre um click e outro, que nos dá essa urgência de ver o que mais nos agrada, em detrimento de outras, que poderiam abrir um leque de maior variedade.
10. U2 - With or Without You
9.Rolling Stones - No Expectations
8.Queen & David Bowie - Under Pressure
7. Van Halen - When It's Love
6.Neil Young - Harvest Moon
5. David Bowie - Heroes
4.Robert Plant - Going to California
2.Rolling Stones - Gimme Shelter
1.Page & Plant - The Rain Song
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domingo, 7 de fevereiro de 2016
Rolling Stones no Chile - Como foi a apresentação
Ontem, depois de colocar as coisas em ordem no meu site, que estava com diversos bugs, consegui ver um pouco do show de Santiago. O que eu vi, nos infinitos vídeos postados no Youtube, não dá para escrever uma crítica como se deve, mas já foi suficiente para perceber uma porção de coisas.
Primeiro, uma observação geral, nas turnês mais recentes da banda, o palco mais simples, sem tantas distrações, aumentou bastante o foco do público sobre a banda, mas também o foco da banda. Acho que nunca os tinha visto tocando melhor, concentrados mesmo no que estão fazendo no palco, ao mesmo tempo em que trocam entre si sorrisos e olhares que, do lado de cá, servem para lembrar que aqueles caras que estão ali, já estão juntos há quase 54 anos.
Sei que a cumplicidade entre os membros dos Stones é até um assunto batido, mas é um alívio, vê-los com os olhos brilhando e um sorriso nos lábios ainda maior, sem aqueles momentos tensos de algum tempo atrás, que aconteciam cada vez que Mick ou Keith acidentalmente aproximavam-se demais um do outro.
Agora não, cada um deles carrega um sorriso largo, até Charlie Watts, geralmente o mais ranzinza, dentro e fora do palco, parece muito mais relaxado. Assim, nesta apresentação que começa a nova turnê sulamericana da banda, todos parecem felizes e livres para mostrar toda a musicalidade que acumularam em tanto tempo de estrada.
Nesta época de crise (não se enganem, a crise econômica não é uma exclusividade dos brasileiros), os Stones optaram por reaproveitar o palco e os vídeos de abertura da Zip Code, com poucas mudanças, como as multicoloridas molduras, em volta dos telões e sobre o palco, que, em conjunto com a iluminação do show, deixam tudo ainda mais bonito de se ver.
Falando em beleza, continua impossível tirar os olhos de Mick Jagger durante toda a apresentação. Aos 72 anos, este senhor sobre o palco continua sendo o maior front man que este planeta já viu, ponto. Ninguém se move como ele e muito poucos têm a ousadia e a gentileza de conversar com o público, na língua do público, qualquer que seja ela.
E a voz? Continua lá, quase intacta, junto com os incríveis olhos azuis, que costumam brilhar no escuro... e não estou exagerando... Mick talvez deveria ser estudado pela ciência.
Para quem já os viu por aqui anteriormente, além do palco mais simples, existem duas mudanças bastante sensíveis no chamado "time de apoio" da banda; primeiro, após a morte do saxofonista Bobby Keys,em 2014, um dos músicos de apoio mais importantes e uma presença garantida no palco dos Stones desde a década de 70, agora substituído por Karl Denson. Outra ausência sentida nesta turnê sul americana, a vocalista Lisa Fischer, com compromissos de sua carreira solo, foi substituída por Sasha Allen.
E depois da performance impecável de ambos, os fãs talvez estejam mais aliviados ao perceber que os dois novatos estão a altura da tarefa difícil que receberam.
E já que falei bastante de Mick Jagger, na época da turnê "Steel Wheels", no início da década de 90, disse em uma entrevista que existe uma lista de canções que precisam fazer parte da setlist, ou as pessoas sairiam dos shows insatisfeitas, muito por conta disso, existem poucas "vagas" disponíveis na grade básica, para cavar mais fundo no baú gigantesco de raridades da banda e trazer para o palco coisas mais antigas e/ou obscuras. No Chile, estas vagas ficaram na mão de "Paint It Black" e "She's a Rainbow"; esta última escolhida através do voto dos fãs.
O set do Keith, aquelas 2 músicas em que Mick deixa o palco para um descanso rápido, e o guitarrista assume os vocais, desta vez teve "You Got the Silver"; uma raridade do disco "Led It Bleed" (69), que andava esquecida, mas que apareceu no repertório de "Shine a Light" (2008) e tem ido e vindo nas setlists da banda desde então. "Happy" já é uma presença bem mais comum no repertório da banda e costuma colocar aquele sorriso gigante no rosto dos velhos fãs.
A presença de "Out of Control" também é algo de positivo nesta setlist. Saída do disco "Bridges to Babylon" (97) a música foi bem recebida pelo público, que só entra verdadeiramente em "combustão" quando ouve os hits mais conhecidos.
Para nós, aqueles fãs que sonham em ouvir também aquele "lado B", as faixas que acabaram de fora da história da banda, não é fácil, mas é necessário lembrarmos que os shows dos Stones não são mais aquilo que nos fizeram amar a banda a primeira audição, naquele velho vinil que herdamos dos nossos pais ou avós; hoje em dia, essas apresentações são para um outro tipo de público, aqueles que provavelmente conhecem mais ou menos uma ou duas músicas dentro daquela grade de obrigatórias a que Mick se referiu na entrevista.
Pior ainda, aquele tipo de público que vai aos shows mais importantes apenas para mostrar aos amigos através das redes sociais. O preço salgado dos ingressos, infelizmente, provoca isso. A presença de "espectadores ostentação"; que, como turistas, pegarão fila, passarão horas de pé, ao seu lado, lá no estádio e você ainda os flagrará, de costas para o palco, gravando vídeos curtinhos, berrando nonsense a plenos pulmões, fazendo pose e até usando a camiseta da banda, mas sem sequer saber direito o que estão fazendo por lá... triste, né?
Confira o vídeo que os Rolling Stones postaram em seu canal oficial, gravado no Chile:
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quinta-feira, 16 de julho de 2015
Divulgada primeira faixa de novo disco solo de Keith Richards
Ouça "Trouble", o primeiro single do disco "Crosseyed Heart" de Keith Ricards:
Você encontra mais detalhes sobre "Crosseyed Heart" na Revista Eletricidade.
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segunda-feira, 13 de julho de 2015
É hoje: Dia Mundial do Rock!
1. Led Zeppelin - Kashmir
2. Rolling Stones - Gimme Shelter
3. The Who - My Generation
4. Queen - Bohemian Rhapsody
5. Beatles - Helter Skelter
6. Black Sabbath - Paranoid
7. AC/DC - Highway to Hell
8. Chuck Berry - Rock & Roll Music
9. Elvis Presley - Jailhouse Rock
10. Bob Dylan - Like a Rolling Stone
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domingo, 12 de julho de 2015
Rolling Stones - 53 anos da Maior Banda de Rock n' Roll do Mundo
1.Gimme Shelter
2.Sway
3.Wild Horses
4. Jumping Jack Flash
5. You Can't Always Get What You Want
6. Time Is On My Side
7. Miss You
8. Waiting On a Friend
9. Satisfaction
10. Sympathy For The Devil
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Filmes que verei em 2015 - parte 2
A Little Chaos
Assista ao trailer de "A Little Chaos" com Alan Rickman e Kate Winslet:
A Royal Night Out
Assista ao trailer de "A Royal Night Out":
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Filmes que verei em 2015
O Exótico Hotel Marigold 2
Trailer de O Exótico Hotel Marigold 2
Cinderela 2015
Trailer de Cinderela 2015
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Robert Plant lança video ao vivo
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Filmes que eu quero ver em 2015: Danny Collins
"Danny Collins" é o novo trabalho de Al Pacino, que chega aos cinemas em Março de 2015. O filme de estreia do roteirista Dan Fogelman conta a história de Danny Collins, um velho rockstar que decide mudar de vida quando encontra uma carta que foi escrita para ele por ninguém menos do que John Lennon.
Além de Al Pacino o filme tem Anette Benning, Jennifer Garner e Christopher Plummer no elenco. "Danny Collins" chega aos cinemas americanos no dia 20/03 e ainda não tem uma data de estreia prevista para o Brasil. Para mim, parece imperdível....
Confira o trailer de "Danny Collins"
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Drika Maraviglia
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quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Os 20 anos de Unledded
Se existe um disco que eu acredito lidera a lista dos que eu jamais conseguiria me separar, este disco é "Unledded - No Quarter", da dupla Jimmy Page e Robert Plant.
E como este disco está completando 20 anos de gravação, resolvi pesquisar um pouquinho sobre o assunto e o resultado é este post, escrito com muito amor por este trabalho que foi o maior responsável por eu ter me apaixonado pelo Led Zeppelin, "centenas de anos" depois do final da banda.
O ano era 1994 e Robert Plant fazia uma turnê de divulgação do seu disco "Fate of Nations" por aí, chegou até a passar pelo Brasil, durante o extinto festival "Hollywood Rock".
Um ano antes, em 93, ele criticava para quem quisesse ouvir o fato de Jimmy Page ter escolhido David Coverdale como vocalista para um novo trabalho, o disco "Coverdale Page", que, no papel, tinha um enorme potencial para fazer a carreira do ex-parceiro decolar novamente.
Mas na prática ficou muito aquém das expectativas e revelou-se um desastre logo de saída, quando os poucos shows da dupla, no Japão, se mostraram bem distantes do que se esperava. Dizem, em parte, pela insistência de David Coverdale de tentar cantar músicas do Led Zeppelin sem ter o material vocal necessário, provando definitivamente que as críticas que Plant fazia não eram assim tão sem sentido.
Mas do lado de Robert Plant, as coisas não íam tão bem assim, com a sua turnê do disco "Fate of Nations" fazendo muito menos sucesso do que ele esperava, a chegada de um convite da MTV, para realizar um "Acústico", pareceu um projeto que poderia ajudar a melhorar o panorama. Afinal, os tais programas tinham feito bem a carreira de muitos veteranos como Rod Stewart, Eric Clapton e Neil Young experimentaram verdadeiros renascimentos depois de lançarem seus acústicos.
Mas veio do empresário de Plant, Bill Curbishley, que na época também empresariava Jimmy Page, a ideia de trazer o guitarrista para o projeto.
O primeiro encontro entre ambos aconteceu ainda em 93 e Plant não foi para ele com as "mãos abanando"; levou algumas fitas com loops que tinha encomendado ao produtor francês Martin Meissonnier, especialista em música do Norte da África. Queria criar material novo ao lado do antigo parceiro e a partir dos coloridos sons árabes, os dois fizeram "Wah-Wah", "City Dont Cry" e "Yallah".
A outra música inédita, "Wonderful One" era uma balada romântica maravilhosa, mas encaixava-se melhor no catálogo anterior de criação da dupla, do que nesta nova onda de oriente-ocidente a que Plant tentava dedicar-se no momento.
Estava começando a acontecer a coisa mais próxima de uma reunião do Led Zeppelin, que Robert Plant permitiria que acontecesse nos anos que vieram depois do final trágico da banda em 1980. Fugindo da sombra da banda, Plant aceitou recriar muitas músicas do repertório do Zeppelin para o "Acústico", mas respondeu com um sonoro "não" a sugestão de Page de trazer John Paul Jones.
Os dois artistas retomaram o trabalho em abril de 94 e passaram a ensaiar, depois de participarem juntos em um show em homenagem a Alexis Korner.
Aos dois, se juntaram o baixista Charlie Jones e o baterista Michael Lee, que faziam parte da banda que vinha acompanhando Plant em sua turnê solo. O tecladista Ed Shearmur veio em seguida e Hossam Ramzy, um percussionista e compositor egípcio também foi recrutado e ele foi buscar na cena londrina de clubes de música árabe, os músicos que fariam parte de seu "Egyptian Ensemble".
E já que o "tempero" que Plant buscava era árabe, nada mais adequado do que escolher a música "Kashmir" para começar o trabalho de adaptação das músicas do Zeppelin a uma nova sonoridade, que as tornasse mais uma vez interessantes para o vocalista desejar novamente cantá-las.
Nos ensaios, ele era claramente o líder, tanto chamando mais músicos para o projeto como o guitarrista do "The Cure", Porl Thompson e Nigel Eaton e seu hurdy gurdy, um instrumento popular durante a Renascença que fez toda a diferença na nova versão que a banda apresentou para a música "Gallows Pole".
A cantora britânica, de origem indiana Najma Akhtar foi escalada por Plant para recriar o dueto da música "Battle of Evermore".
Plant tomou a frente de tudo durante os ensaios feitos no andar de cima de um Pub, próximo de onde ele vive, e seguiu dando as cartas nas gravações, no início do mês de agosto, primeiro em Marrakech, no Marrocos e na semana seguinte em Snowdonia, no País de Gales.
A gravação do programa aconteceu em três apresentações, em um estúdio de TV em Londres nos dias 24, 25 e 26 de agosto de 1994. A London Metropolitan Orchestra também participou do trabalho e o resultado foi para o ar, na MTV, no dia 12 de Outubro de 1994.
No Brasil, o Unledded foi apresentado pela primeira vez no dia 17 de Novembro de 1994, com direito a uma curta visita de Page e Plant ao Rio de Janeiro para a divulgação do lançamento.
Em 2004, comemorando os dez anos de lançamento do disco, um DVD com o show apresentado pela MTV trazia ainda algumas faixas que tinham ficado inéditas, como a maravilhosa versão para "The Rain Song", tão definitiva para a música, quanto a impecável e emocionante "Kashmir", que encerra a apresentação.
Não importa o que fizeram depois e até mesmo a reunião de 2007, nada chega perto da sensação de ver estes dois gênios da música trabalhando juntos e revendo obras tão lindas como "Thank You", em um momento em que ambos estavam ainda no ápice.
Posso ficar aqui por horas descrevendo o disco e o DVD, mas acredito que nada substitui a experiência de assisti-lo, de preferência com todas as luzes apagadas e com um bom incenso de sândalo queimando por perto. Ah... o som tem que estar no talo.... Recomendadíssimo....
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Feliz Aniversário, Deus Dourado!
Robert Plant faz hoje 66 anos e por isso preparei uma seleção diferente de vídeos do melhor vocalista da história do rock.
Desta vez, selecionei alguns bons momentos do artista em diversos programas de televisão em que ele tem aparecido ao longo dos anos. São entrevistas de diversas fases que talvez nos ajudem a compreender melhor este personagem que tantas vezes já demonstrou que não foge de controvérsias.
Inquieto, ele sempre estará aonde sua "Musa" o levar e neste momento, prepara-se para lançar um novo disco, que segundo ele, o traz de volta a suas raízes, mas sem abrir mão de toda a sonoridade exótica, que sua banda, a Sensational Space Shifters, for capaz de criar.
Parabéns ao eterno "Deus Dourado" e muito obrigada por sua música....
Robert Plant Interview 1975
Robert Plant Interview - The Tube (1982)
Robert Plant 1983 Mtv Interview
Robert Plant on George Stroumboulopoulos Tonight: INTERVIEW
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sábado, 26 de julho de 2014
Mick Jagger faz 71 anos hoje
Sweet Thing
Old Habits Die Hard
Just Another Night
Hard Woman
Visions of Paradise
Say You Will
Lucky In Love
Don't Tear Me Up
Let's Work
Dancing In the Street
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domingo, 20 de julho de 2014
Próximo disco de Robert Plant marca volta às suas antigas raízes
Gravado próximo às fronteiras com o País de Gales, o vídeo tem como trilha sonora pequenos trechos de músicas do novo álbum, como "Rainbow", "Little Maggie" e "Turn it Up" e também traz um curto depoimento do guitarrista Justin Adams, membro da banda Sensational Space Shifters e parceiro de Plant na nova safra de canções de "Lullaby and... the Ceaseless Roar".
Segundo Plant, no novo trabalho ele volta a mergulhar em suas antigas raízes celtas, mas como com ele, nada é assim tão simples e a banda que o acompanha tem uma enorme e variadíssima bagagem musical, podemos esperar por uma inusitada mistura e, em alguns momentos, ter a impressão que estamos ouvindo a música feita em uma impossível fronteira que separa o País de Gales dos países do Norte da África.
"Lullaby and... the Ceaseless Roar" é o décimo disco da carreira solo de Robert Plant e o primeiro ao lado da Sensational Space Shifters, a banda que acompanha o cantor em seus shows ao vivo desde 2012 e é formada por Justin Adams, Liam "Skin" Tyson, Billy Fuller, John Baggot, Dave Smith e Juldeh Camara.
1.Little Maggie
2.Rainbow
3.Pocketful of Golden
4.Embrace Another Fall
5.Turn It Up
6.A Stolen Kiss
7.Somebody There
8.Poor Howard
9.House of Love
10.Up on the Hollow Hill (Understanding Arthur)"
11.Arbaden (Maggie's Babby)
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terça-feira, 1 de julho de 2014
Robert Plant em Glastonbury
E que melhor forma de reafirmar isso, do que tocar no Festival de Glastonbury para um público de todas as idades, uma mistura colorida e alegre, que, não se importou nada com uma chuva torrencial e continuou por lá, disposto a divertir-se?
Embora Plant não queira mesmo nada com seu passado no Led Zeppelin, ele começa o show evocando esse passado... "Babe, I'm Gonna Leave You" aparece em uma versão arrepiante, com o exotismo da guitarra acústica, que empresta sua sonoridade do flamenco, e não deixa muito espaço para sua versão folk original e um dos cavalos de batalha dos antigos shows de sua ex-banda, sombras de nuvens pesadas sobre o palco. Será que do meio delas, o velho Zepelim surgirá novamente?
Não, de jeito nenhum... e é preciso deixar claro que, no que depender dele, a velha banda não voará nunca mais e o que melhor para isso do que "Tin Pan Valley" e sua letra ácida? Lá está ele dizendo mais uma vez: "Não importa o que vocês querem, eu não tenho a intenção de viver das minhas glórias antigas, estou seguindo adiante...."
E, como disse antes de embarcar em uma versão afro, árabe, qualquer coisa, menos rock, de "Black Dog"; esta será uma jornada de misturas entre a música do ocidente e do oriente. É assim que ele quer, se a plateia se choca, ouvindo velhos clássicos pintados com outras tintas, montando cenários irreconhecíveis, problema da plateia.
Pintar com tintas diferentes é a especialidade dessa banda que acompanha Robert Plant hoje em dia. Com músicos como multiinstrumentista Juldeh Camara, da Gambia, e o guitarrista Skin Tyson, a Sensational Space Shifters é capaz de construir qualquer clima, evocar oriente ou ocidente, folk ou África, viaja na velocidade da luz para qualquer parte do mundo.
Justin Adams, o outro guitarrista, tem anos de influências árabes em seu currículo e adiciona temperos extras a tudo, exercendo o comando da banda que traz também John Baggott, Billy Fuller e Dave Smith.
Uma banda completa, que no palco de Glastonbury se mostra tranquila, feliz e verdadeiramente talentosa, imprimindo sempre sua personalidade, longe de qualquer preocupação com as possíveis comparações com os monstros lendários do passado, sempre a espreita, momentaneamente trazidos de volta pelos gritos de um ou outro na plateia, pedindo por alguma música.
A beleza eterna de "Going to California" parece saciar momentaneamente a fome de passado do público, mas o artista quer retomar seu caminho rumo ao futuro. Seu novo disco "Lullaby and…The Ceaseless Roar", gravado com a Sensational Space Shifters, já está pronto e chega às lojas no dia 9 de Setembro. Saem dele duas músicas do repertório do show, "Little Maggie" e "Rainbow" que são muito bem recebidas, encaixando-se como uma luva, em um bloco de sonoridade mais folk.
A apresentação é curta, é preciso dar mais ao público que os chama de volta depois de uma arrasadora "Whole Lotta Love" e a banda ressurge no palco para "Rock and Roll", um daqueles hinos, que, Robert Plant nunca conseguirá manter longe de seu repertório. O público, mais uma vez encantado, agradece.
Babe, I'm Gonna Leave You
Tin Pan Valley
Black Dog
Rainbow
Going to California
The Enchanter
Little Maggie
What Is and What Should Never Be
Fixin' to Die
Whole Lotta Love / Who Do You Love
Bis:
Rock and Roll
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domingo, 20 de abril de 2014
O adultério segundo Paulo Coelho
Desta vez, Paulo conta a história de traição de Linda, uma bela e rica jornalista de 31 anos, casada e com dois filhos, que repentinamente se dá conta do vazio de sua vida e decide que a única forma de voltar a ser feliz de novo seria traindo seu marido.
Desesperada pela falta de horizontes que encontra em sua vida confortável, em Genebra, ela vê no reaparecimento de Jacob König, um ex-namorado da época de escola, que agora é um político que ela deve entrevistar para seu jornal, como uma chance para conseguir a aventura que pode tirá-la de seu fundo do poço ou terminar por afundá-la ainda mais.
Paulo Coelho carrega nas tintas nas poucas cenas de sexo que o livro descreve, o que levou muitos críticos a associar o novo romance como uma tentativa do autor aproveitar a onda criada entre os leitores pelo recente sucesso de "50 Tons de Cinza", e seu apelo erótico mais explícito.
Mas não me parece o caso, na minha percepção as tais cenas fortes aparecem como a adição de algum tempero a uma insípida sopa de tédio, uma questão que o próprio autor deve estar sentindo na pele, já que agora está vivendo em Genebra, na Suiça, um lugar que pela descrição dada pelo autor, não deve mesmo fazer nada bem à saúde mental de seus habitantes; daí as altas taxas de suicídio e outras mazelas como o alto consumo de drogas que o país registra.
Segundo Paulo Coelho, a história do livro veio da descrição de um "caso real" acontecido com uma internauta, relatado em um dos muitos fóruns que discutem de tudo na rede.
Real ou não, o autor parece não ter feito muita questão de aprofundar-se verdadeiramente no assunto e o leitor ganha apenas uma história morna, sem maiores atrativos ou questionamentos, que, arrisco, não deve demorar muito a chegar devidamente adaptada por Hollywood em um cinema perto de você.
Publicado originalmente no site Revista Eletricidade
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
U2 faz apresentação no programa "The Tonight Show"
E aproveitando o novo cenário, a apresentação do U2 foi no topo do edifício Rockfeller Plaza, mais exatamente no septuagésimo andar, onde uma pequena, mas entusiasmada plateia e o por de sol perfeito, da cidade, assistiram à banda tocar "Invisible"; a música escolhida como primeiro single do novo disco e que também faz parte de uma campanha da fundação RED para arrecadar fundos para a compra de medicamentos para o tratamento de doentes de AIDS.
A música já arrecadou mais de 3 milhões de dólares, depois de ser exibida durante o intervalo do Superbowl deste ano, o download gratuito da canção foi disponibilizado no iTunes com a promessa de que cada download corresponderia a 1 dólar de doação para a fundação feita por um banco americano.
Na entrevista em si, nenhuma novidade, não trocaram mais do que uma dúzia de palavras com o apresentador, muitas piadas sobre tocar "no alto" e os famosos discursos de Bono Vox, que provavelmente serão ouvidos novamente durante a cerimônia de entrega do Oscar, já que a banda é considerada a favorita ao prêmio de Melhor Música com "Ordinary Love", da trilha sonora do filme "Mandela".
Confira a apresentação completa do U2 no programa "Tonight Show com Jimmy Fallon":
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Um sociopata em Wall Street
E embora a história seja real, o roteiro de Terence Winter consegue dar a ela um tom farsesco, com Belfort algumas vezes quebrando a quarta parede e dirigindo-se diretamente ao espectador.
Um jovem e ambicioso corretor da bolsa de valores que começa sua carreira em uma grande corretora de Wall Street, aprendendo com seu chefe Mark Hanna (Matthew McConaughey, simplesmente impagável), que os limites legais de seu trabalho são bastante relativos e que o importante de verdade na vida é conseguir colocar as mãos no dinheiro de seus clientes.
Logo o negócio passa a ser tão lucrativo, que Belfort opta por expandi-lo, começando completamente por acaso, com Donnie Azoff (Jonah Hill), um vizinho que se demite imediatamente da loja de móveis em que trabalha após descobrir que Belfort tinha ganho 70 mil dólares em apenas um mês de trabalho.
Os dois criam uma equipe de corretores formada basicamente por pequenos traficantes, de moral duvidosa e, com eles, mais tarde, tomam de assalto a própria Wall Street, chamando atenção da mídia, que dá a Belfort o apelido de "Lobo de Wall Street" e do FBI, que passa a acompanhar bem de perto as atividades da empresa.
Com uma crueza que chega a impressionar, a câmera nervosa de Scorsese, combinada com uma boa trilha sonora, invade um universo de excessos sem limite.
Leonardo Di Caprio dá um show de interpretação, construindo meticulosamente um personagem que só pode ser descrito como um sociopata, alguém viciado além das drogas, na adrenalina de conseguir arrancar seus lucros às custas de trapaças diversas. Sempre a um passo do caricatural, mas encontrando o melhor tom de forma brilhante.
Aliás, o trabalho de todo elenco, individualmente e em conjunto é exemplar. Algumas cenas da equipe de Belfort trabalhando e/ou divertindo-se, só encontram paralelo em documentários sobre a vida animal.
E é mesmo uma pena que ele chegue para bater de frente, na disputa pelos prêmios da temporada, com filmes mais clássicos como "12 Anos de Escravidão" ou muito menos provocativos como "A Trapaça", apostas mais certas para a Academia de Hollywood, que costuma fugir dos excessos em suas escolhas.
O filme tem estreia agendada no Brasil para o dia 24/01/2014.
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Drika Maraviglia
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